
Pelo segundo ano consecutivo, a Assembleia e a Câmara Municipal de Vizela promoveram a o Concurso “25 de Abril”, este ano sobre o tema “Liberdade de Expressão”.
O concurso destinou-se a todos os alunos do concelho, desde o primeiro ciclo do ensino básico até ao ensino secundário das escolas do Concelho, aceitando-se trabalhos individuais ou em grupo. O objectivo foi sensibilizar os mais jovens para a escrita e para uma intervenção mais activa na vida política.
Os trabalhos vencedores foram apresentados pelos seus autores no decurso da sessão solene comemorativa do 25 de Abril, que se realizou no passado Sábado, no salão nobre dos BVV, a saber:
- 2.º escalão: José João Coelho Dias, do 6.º ano, turma D da EB 2,3 Vizela, que leu o poema “Liberdade de Expressão”.
- 3.º escalão: Cláudia Sofia Gonçalves Pinto e Marta Catarina Ferreira Almeida, do 7.º ano, turma D da EB 2,3 /S de Vizela – Infias, que apresentaram a peça de teatro “Nas asas da liberdade”.
- 4.º escalão: Rui Filipe Alves Ribeiro e João André Fernandes Vieira, do 10.º ano, turma D da EB 2,3 /S de Vizela – Infias, com o poema “Livres para sermos quem somos”.
Na sessão solene comemorativa dos 35.º aniversário da Revolução dos Cravos discursos dos líderes dos grupos municipais que compõem a Assembleia Municipal de Vizela, nomeadamente José Manuel Faria, líder do Grupo Municipal do BE; António Monteiro, líder do Grupo Municipal da CDU; José Abreu , líder do Grupo Municipal da Coligação “Por Vizela” e Nuno Vasconcelos, líder do Grupo Municipal do PS.
Esta sessão foi ainda marcada pelos discursos dos presidentes da Câmara e Assembleia Municipal, que destacaram a pouca adesão da comunidade educativa a esta iniciativa, cujo objectivo primordial é sensibilizar os mais jovens sobre que foi a Revolução dos Cravos.
“Uma tarefa que cabe a todos nós: responsáveis autárquicos, instituições, partidos políticos e comunidade em geral. Não se pode exigir dos jovens participação cívica ou que saibam o que foi o 25 de Abril de 1974, quando aqueles que têm responsabilidades em transmitir-lhes conhecimento, não o fazem”, afirmou João Cocharra.
Francisco Ferreira também lamentou que a comunidade educativa não tenha percebido a importância desta iniciativa: “A cada um de nós cabe, em casa ou entre amigos, esclarecer os mais novos sobre aquele que é talvez o mais importante facto da nossa história recente. Aos professores em particular cabe contribuir para a formação de cidadãos informados e participativos.”
Alunos apresentaram trabalhos sessão solene do “25 de Abril”
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009 - 20:03h
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