"SE VIZELA NÃO É UMA TERRA GRANDE É SEM DÚVIDA A TERRA DE UM GRANDE POVO" - Américo Tomaz

Romance sobre idosos apresentado em Guimarães amanhã

Livro do jornalista António M. Oliveira aborda a solidão e as relações entre idosos. Divisão de Ação Social da Câmara de Guimarães promove apresentação de “Logo à noite, no Jerónimo!”, uma edição da “Seda Publicações”.



O Palacete da Praça de S. Tiago, no Centro Histórico de Guimarães, é o local da apresentação do romance “Logo à noite, no Jerónimo!”, um livro da autoria de António M. Oliveira, um reconhecido nome do jornalismo português, em especial da RTP, que vai apresentar a sua mais recente obra literária em Guimarães. A sessão pública decorre esta quarta-feira, 21 de março, às 18 horas, com a apresentação a cargo de Isabel Fernandes, Diretora do Paço dos Duques de Bragança, Castelo e Museu de Alberto Sampaio.

Licenciado em Jornalismo e Mestre em Ciências da Comunicação, António M. Oliveira nasceu a 29 de dezembro de 1941, na cidade da Guarda, e está atualmente reformado. Durante 21 anos, foi professor do Ensino Superior na área de Ciências da Comunicação no ISLA e na Escola Superior de Jornalismo, onde foi Diretor Pedagógico em 2000 e 2001. Enquanto profissional dos quadros da RTP, foi distinguido com o 1º Prémio da Mostra Atlântica de Televisão/92, com o realizador Adriano Nazareth Jr.


“O que resta de Deus - uma estória de desencantos”, “Nove contos menos, mais um”, “Pedra d'Água” e “Nunca mais tenho flores à sexta-feira!” foram os primeiros quatro livros escritos por António M. Oliveira, que classifica o seu último trabalho como “uma estória de estórias de solidão”. “Um pequeno grupo de pessoas que a vida juntou numa aldeia não muito longe da capital, onde a vida corre devagar e ainda há tempo para tudo, até para saudar a vizinhança”, diz, com o humor que o define.



“Uma obra fascinante! O seu estilo, a sua escrita, a sua flutuação, as suas personagens, a sua envolvência tornam-na irrecusável, destacando-a como algo de muito comunicativo na nossa ficção atual”, considera, por sua vez, Fernando Dacosta, conhecido jornalista e escritor português.