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Distúrbios em Moreira de Cónegos

"Moradores descrevem ataque de 20 encapuzados, com paus e engenhos pirotécnicos, Adeptos do FC Porto ficaram feridos.

Eram pelo menos 20, todos com roupa escura e os capuchos dos casacos a tapar a cabeça. Desceram a rua aos gritos, com paus na mão e aqui à porta começaram a atirar tochas. Um dos moços levou uma pancada nas costas e a rapariga ficou com o casaco queimado. Não sei quem eram, mas vieram aqui para provocar e lançar o pânico." O relato foi feito por um dos moradores da rua do Alto do Mouro, em Moreira de Cónegos, Guimarães, ainda assustado com os momentos de terror que testemunhou, quinta-feira, por volta das 23h30, quando um grupo atacou o espaço onde se juntam adeptos ligados à claque Super Dragões.

O Futebol Clube do Porto (FCP) joga esta tarde em Guimarães, frente ao Vitória Sport Club. Ao CM, alguns moradores garantiram que o ataque foi perpetrado por adeptos ligados às claques vimaranenses. No entanto, Fernando Madureira, chefe da claque azul-e-branca, garantiu que "não existia qualquer elemento identificativo que pudesse relacionar o grupo que atacou a qualquer clube".

No exterior do espaço arrendado em Moreira de Cónegos, onde há cerca de três meses se reúnem vários adeptos do FCP, os sinais da violência da noite de quinta-feira eram ontem pouco expressivos. Um vidro quebrado e cartuchos de foguetes no paralelo foram as únicas marcas deixadas. As três vítimas - dois homens e uma mulher - não necessitaram de assistência médica e também não formalizaram queixa à patrulha da GNR de Lordelo que foi ao local.

Notícia e foto Correio da Manhã