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Moreirense vê luz da manutenção no Estádio da Luz

Apesar de ter perdido por 1-0, a equipa de Moreira de Cónegos assegurou a manutenção e vai competir pela quinta vez na I Liga na próxima época.




O Moreirense ficou no 14.ª lugar, ao conquistar 32 pontos, apenas mais dois do que as equipas que desceram, fruto de oito vitórias e igual número de empates, mas perdeu em 18 partidas, seis vezes em casa e o dobro fora.
O Moreirense FC marcou 29 golos e sofreu 50, sendo a quarta defesa mais batida do campeonato, só ultrapassada pelos clubes que carimbaram a descida, o Paços de Ferreira e o Estoril Praia, bem como pelo Vitória de Setúbal, que também sofreu até ao fim.

À entrada para a derradeira jornada, o Moreirense era um dos cinco conjuntos envolvidos na luta pela manutenção, ainda que fosse a equipa melhor posicionada para conseguir o objetivo, pois só dependia de si e mesmo perdendo, como aconteceu, a conjugação de resultados que selariam a despromoção era bastante rebuscada.


Apesar das aflições, o conjunto de Moreira de Cónegos conseguiu uma mão cheia de épocas consecutivas na I Liga, mas fica muito aquém da melhor classificação de sempre, o nono lugar de 2003/04.

Três treinadores - o experiente Manuel Machado, o desconhecido Sérgio Vieira e o 'salva-vidas' Petit - escrevem a história do Moreirense 2017/18, destacando-se o antigo internacional português, que pelo segundo ano consecutivo foi o escolhido pelo presidente Vítor Magalhães para salvar o clube na reta final.

Na época anterior, tinha sido dada tarefa quase idêntica a Petit: substituiu Augusto Inácio à 26.ª jornada, quando a equipa 'cónega' seguia colada à 'linha de água'.

Já em matéria de jogadores, destaque para o avançado Tozé, emprestado pelo Vitória de Guimarães, que foi o melhor marcador da equipa, com oito golos, mas igual nota para o médio brasileiro Rafael Costa, responsável pelas melhores transições do plantel.