Acordo com transportes públicos para dez anos


 Assinatura de contrato entre Câmara Municipal de Guimarães e Vale do Ave Transportes.

 Domingos Bragança destaca “passo importante para o futuro dos transportes públicos no território de Guimarães”.


O contrato da concessão de serviço público de transportes rodoviário de passageiros de Guimarães foi assinado esta terça-feira, 02 de fevereiro, entre a Câmara Municipal e a empresa GUIMABUS - Empresa Transportes de Guimarães, Unipessoal Lda, sociedade comercial constituída pelo adjudicatário Vale do Ave Transportes, Lda, representados pelo Presidente do Município, Domingos Bragança e o administrador da empresa, Fernando Salgado.


O Presidente da Câmara, Domingos Bragança, salientou “assinamos hoje o contrato de concessão do transporte publico de passageiros para os próximos 10 anos. Segue-se agora o Visto Prévio do Tribunal de Contas para que a nova Concessão entre em funcionamento. Representará uma revolução no transporte coletivo de passageiros pela abrangência a todo o concelho e na sustentabilidade ambiental pela emissão de carbono zero nos 22 autocarros elétricos”. O administrador da empresa Vale do Ave Transportes, Fernando Salgado, mostra-se confiante em relação à concretização do projeto. “É um contrato muito importante e ambicioso para a nossa empresa e para o município de Guimarães e vamos fazer todos os esforços para que corra de acordo com as expetativas. Penso que é um marco histórico dado o novo modelo de contratualização que será implementado e perspetivamos diferenciar-nos ao nível da oferta, qualidade da frota e plataformas digitais. Iremos introduzir inovações ao nível da comunicação com o cliente, localização em tempo real dos veículos e venda de títulos online”, salientou. A concessão, adjudicada pelo valor de € 15.105.766,94, acrescido de IVA à taxa legal em vigor (6%), terá um período de 10 anos, consigna um serviço de transporte público de âmbito municipal, em articulação com o serviço intermunicipal, sob tutela da Autoridade de Transportes da CIM do Ave. O contrato vai agora ser apreciado pelo Tribunal de Contas, cuja pronuncia determinará a data de início de exploração.

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