Empresa alemã vai criar 200 postos de trabalho em S. Tirso


A multinacional alemã de supermercados ALDI é um dos investidores já garantidos no âmbito da expansão da Área Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, onde irá instalar uma plataforma logística que, na primeira fase do projeto, envolverá um investimento de 50 milhões de euros e a criação de 200 postos de trabalho.

A empresa pretende iniciar os trabalhos já no próximo mês de março, tendo como objetivo começar a operar em meados de 2024. No total, serão 160 mil metros quadrados de terreno, dos quais 40 mil dizem respeito a área construída. Para uma segunda fase, o projeto da ALDI prevê a expansão das instalações e a criação de mais 100 postos de trabalho.

A ALDI irá, assim, ocupar duas das cinco novas plataformas destinadas à fixação de indústrias na Área Empresarial da Ermida, correspondentes aos terrenos da denominada Quinta da Chinesa, cujo plano de pormenor será votado esta quinta-feira, em reunião de Câmara.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa, “o valor global de investimento estimado nos novos terrenos desta área empresarial é de 130 milhões de euros, o que representa uma extraordinária mais-valia para a economia do concelho, prevendo-se a criação de cerca de 800 postos de trabalho”.


O Plano de Pormenor da Quinta da Chinesa tem uma área de intervenção de 34,8 hectares e, concluído o período de discussão pública, será amanhã votado pelo executivo municipal, para depois ser levado, no próximo dia 24 de fevereiro, à Assembleia Municipal de Santo Tirso.


“A captação de investimento é um aspeto fundamental para o futuro de Santo Tirso, pois isso significa dinamização económica, mais emprego e maior capacidade para a fixação da população”, sublinha Alberto Costa.


O autarca salienta, ainda, que “o interesse de grandes empresas, como a ALDI, em investir em Santo Tirso é o resultado não só da criação das condições necessárias para tal, no caso a criação de áreas empresariais de excelência, mas também da aposta do Município na diplomacia económica e na competitividade estratégica”.


Partilhar