COMUNICADO - António José Seguro não é o PS, é muito mais do que o PS. É um candidato suprapartidário.
As eleições presidenciais são, para qualquer democrata, aquelas que mais respeito, elevação e sentido de Estado devem merecer. O Presidente da República representa todos os portugueses, independentemente das suas opções partidárias e, por isso, estas eleições exigem um nível de dignidade e seriedade que, infelizmente, tem estado ausente em toda a campanha eleitoral.
Ao longo das últimas semanas, presenciamos uma campanha marcada pela falta de respeito, o ruído político e a excessiva partidarização que em nada enobrecem o processo democrático, nem contribuem para a formação cívica das gerações vindouras.
Assiste-se, assim, a uma campanha presidencial que mais parece uma disputa menor, marcada por táticas, ressentimentos e interesses partidários, quando deveria ser um espaço de debate elevado sobre o País, o futuro da democracia e o papel do Presidente, enquanto garante da Constituição e da unidade nacional.
Apesar deste processo eleitoral ter sido um dos mais negativos da nossa história recente, acabou por ser, paradoxalmente, um dos mais esclarecedores. Ficou evidente que apenas um dos candidatos, António José Seguro, demonstrou o verdadeiro sentido de Estado e capacidade para se distanciar do clima de confusão que marcou a campanha.
António José Seguro, enquanto cidadão e enquanto figura política, está acima do próprio Partido Socialista. A sua vitória não pode, nem deve, ser encarada como uma vitória partidária. Ao vencer as eleições, António José Seguro terá uma vitória pessoal, cívica e democrática.
O percurso político e a história de vida de António José Seguro permitem perceber o Presidente da República que Portugal precisa, isto é, dialogante e respeitador de todos. A sua carreira política destaca-se pela defesa consistente da democracia, dos direitos fundamentais, da justiça social e do Estado de Direito, assente num compromisso profundo com a Constituição. Num contexto de fragilização desses valores, surge como uma figura de serenidade democrática e fidelidade aos ideais de Abril, sendo apontado como o único candidato capaz de unir o País.
Por Portugal e por Vizela votamos em António José Seguro...
Mandatário concelhio, Francisco Ferreira
Eleitos locais, Fernando Carvalho
Victor Hugo Salgado
Arnaldo Sousa
Agostinha Freitas
Nuno Faria
Anabela Oliveira
Rui Ferreira
Rute Guimarães
José Armando Branco
Pedro Martins
António Ferreira
Cristina Coelho
Hélder Magalhães
João Costa
Mário José Oliveira
Márcia Costa
Manuel Pedrosa
Agostinho Guimarães
Sandra Varela
José Manuel Oliveira
António Ferreira
Bárbara Ferreira
Cristiano Lemos
João Vaz
Célia Peixoto
José Manuel Guimarães
Mónica Coelho
Júlio Brito
Federico Freitas
Clarisse Cunha
António Faria
António Joaquim Costa
Patrícia Gomes
António Pedro Faria
Fernando Faria
Anabela Ribeiro
Anselmo Peixoto
Tatiana Costa
António Manuel Gomes
Vânia Costa
António Batista
Raul Ferreira
Juliana Ferreira
Carla Vilela
Liliana Dias
David Bento
Eduarda Cunha
Cláudia Pacheco
Marco Alves
Nuno Ferreira
Conceição Morais
César Salgado
Inês Gomes
Filipe Salgado
Vânia Teixeira
Patrício Ferreira
Sónia Pereira
André Morais
Sofia Sousa
Sérgio Rafael Pacheco
Nuno Magalhães
Paula Fernandes
Rosa Fernandes
Lúcio Pinheiro
Carina Almeida
Paulo Faria
Sofia Abreu
António Lopes
António José Cunha
Tânia Pereira
Susana Alves
Nelson Leite
Tânia Lopes
Sara Guimarães
Filipe Moreira
Vítor Freitas
Catarina Silva
Pedro Martins
Sara Vieira
Simão Gonçalves
Lurdes Silva
Ângelo Gomes.


