Vizela Corre em destaque na Meia Maratona Manuela Machado

O Vizela Corre esteve novamente em evidência na 27.ª Meia Maratona Manuela Machado, com uma prestação coletiva muito equilibrada e de grande qualidade, onde todos os atletas contribuíram de forma decisiva para o bom nome do clube, demonstrando união, esforço e espírito competitivo.

Todos os resultados merecem igual destaque, refletindo o trabalho consistente e a dedicação de cada atleta que alinhou à partida com as cores do Vizela Corre.


Resultados dos atletas do Vizela Corre

🔹 Nuno Fernandes – 4.º da geral e 3.º sénior, 1:06:46

🔹 Carlos Costa – 6.º da geral e 2.º M35, 1:07:13

🔹 Domingos Fernandes – 3.º M55, 1:14:32

🔹 Fernando Machado – 21.º sénior, 1:16:25

🔹 Marco Faria – 5.º M45, 1:17:31

🔹 André Natário – 40.º sénior, 1:21:17

🔹 Alexandre Ferreira – 23.º M55, 1:28:38

🔹 Cláudio Lopes – 104.º sénior, 1:33:39

"Foi uma prova marcada pela entreajuda, companheirismo e orgulho em representar o clube, valores que fazem do Vizela Corre muito mais do que uma equipa: uma verdadeira família".



Apresentação de livro que retrata passagem de Caldevilla por Vizela

Livro "Caldevilla: O Criador da Publicidade Moderna em Portugal", da autoria de Eduardo Cintra Torres (autor de programas de TV e de rádio)
e de Pedro Almeida Leitão, será apresentado esta quarta-feira, pelas 18 horas, na Biblioteca Almeida Garrett (Palácio de Cristal) no Porto. 

Raúl Caldevilla ficou instalado em Vizela na casa do Soutinho, na rua Fonseca e Castro, sendo a sua presença uma fonte de divulgação da terra termal como narra o livro em apresentação conforme informação prestada ao Digital de Vizela por Eduardo Cintra Torres:

Capítulo VI, pp.371-375: Caldevilla aquista em Vizela
Capítulo VI, pp.375-379: A casa do Soutinho
Capítulo VI, pp.379-383: Gabriel Castelo Branco (trata-se de pseudónimo que Caldevilla usou para os seus textos leves no PJ sobre o que se passava em Vizela durante o período de férias)
Capítulo VI, pp.383-387: A Festa dos Jornalistas
Capítulo VI, pp.387-393: Crónicas vizélicas
Capítulo VI, pp.393-398: São Pedro do Sul (Caldevilla zangou-se com a elite de Vizela e mudou-se para S. Pedro do Sul)
Capítulo VI, pp.398-403: Amigos e família nas termas
Capítulo VI, pp.403-405: Outros locais de veraneio.

Cartazes de Caldevilla de cinema português. 
Raul de Caldevilla, nascido no Porto em 1876, é uma figura central, e durante décadas esquecida, da história cultural portuguesa. Diplomata e agente comercial nos primeiros anos da sua vida profissional, fundou em 1914 o ETP – Escritório Técnico de Publicidade, a primeira agência de publicidade de serviço completo em Portugal. A partir desta estrutura inovadora, Caldevilla deixou um contributo ímpar para o património nacional, atuando em múltiplos domínios: do anúncio ao cartaz, da publicidade exterior ao cinema.

Em 1917, organizou a primeira campanha publicitária multimédia em Portugal, que incluiu a filmagem das escaladas dos Puertollanos à Torre dos Clérigos. O êxito desta iniciativa conduziu à criação da Caldevilla Film, responsável pela produção de duas longas-metragens de ficção, afirmando-o também como pioneiro do cinema nacional.

Após uma interrupção abrupta da sua carreira em 1923, Caldevilla reinventou-se. Durante a década seguinte foi vendedor de seguros, radialista, cronista social e gravou poesia. Em 1933, lançou no jornal O Primeiro de Janeiro o «Folhetim Utilitário», uma secção diária de publicidade de carácter absolutamente original no plano internacional, que coordenou até à sua morte, em 1951.

Resultado de quase seis anos de investigação, esta biografia exaustiva, a completar em 2026 com um volume ilustrado, publica-se por ocasião do 150.º aniversário do nascimento e do 75.º aniversário da morte de Caldevilla, o homem a quem, pela primeira vez em Portugal, se chamou publicitário. A obra resgata-o do esquecimento e recoloca-o na história do Porto e de Portugal como criador da publicidade moderna e da primeira agência publicitária moderna no país, alargando igualmente o conhecimento sobre o seu trabalho pioneiro no cinema nacional e revelando inúmeros aspetos inéditos da sua atividade criativa e empresarial.

O vizelense António Cunha descobriu alguns documentos que por intermédio do Digital de Vizela chegou aos autor Eduardo Cintra Torres. 

Editados pela Câmara Municipal do Porto, os volumes dedicados a Caldevilla contribuem decisivamente para a valorização da publicidade enquanto indústria cultural e parte integrante da cultura popular, ajudando a inscrever Raul de Caldevilla no panteão dos portuenses ilustres.

Sobre os autores

Eduardo Cintra Torres é professor universitário e investigador há mais de três décadas. Licenciado em História (FLUL), mestre em Comunicação (ISCTE-IUL) e doutorado em Sociologia (ICS-UL), é autor de 23 livros, com investigação centrada na história da publicidade em Portugal. Entre as suas obras mais recentes destacam-se História da Publicidade em Portugal e História Ilustrada da Publicidade em Portugal (2023), Santo António na Publicidade (2025) e, com Pedro Almeida Leitão, Caldevilla e os Seguros (2025). Publicou dezenas de artigos científicos e capítulos de livros e tem desenvolvido trabalho de curadoria de exposições nesta área.

Pedro Almeida Leitão é doutorado em História pela Universidade do Porto e investigador nas áreas da história das marcas e da publicidade dos séculos XIX e XX, com particular enfoque no sector do Vinho do Porto. Em 2024, recebeu o Prémio Victor de Sá em História Contemporânea (ex aequo). Integra projetos científicos do CITCEM/FLUP, participa em redes internacionais de investigação em propriedade intelectual e é formador na área da História do vinho em Portugal.

A sessão contará com a presença dos autores, abertura de Jorge Sobrado, Vereador da Cultura, e apresentação de Vasco Ribeiro.



 

Câmara encerra Passadiços e Parque das Termas devido ao mau tempo

Tendo em atenção as condições climatéricas adversas e de acordo com a informação do sistema EFAS – European Flood Awareness System, prevê-se uma subida significativa dos níveis da água, com possibilidade de inundação em zonas ribeirinhas e áreas historicamente vulneráveis, existindo a previsão de ocorrência de cheias no Rio Vizela, sendo o pico provável do evento hoje, terça-feira, 27 de janeiro.

Assim, como medida preventiva, a Câmara Municipal de Vizela informa que o Parque das Termas e os Passadiços estão encerrados por questões de segurança, até ao desagravamento das condições climatéricas adversas.

O Serviço Municipal de Proteção Civil de Vizela alerta a população para a continuação das previsões de mau tempo até ao meio da manhã do dia 28 de janeiro, caracterizando-se por períodos de chuva persistente e por vezes forte e vento forte, com rajadas até 80 km/h e 100 km/h, conforme a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). De acordo com a informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), podem ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos nas zonas historicamente mais vulneráveis.

Assim, a Câmara Municipal de Vizela informa que o Serviço Municipal de Proteção Civil, juntamente com os Bombeiros Voluntários de Vizela, está ativo e atento à evolução da situação, tentando solucionar todas as questões decorrentes da situação meteorológica verificada.

"O Serviço Municipal de Proteção Civil, juntamente com os Bombeiros Voluntários de Vizela estão atentos aos problemas resultantes do vento forte, pelo que recomendam a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação meteorológica, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, tomando especial atenção à evolução da situação para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), ou através dos seguintes contactos: 253 489 630 ou proteccao.civil@cm-vizela.pt."


 


 


 


 


 


 



Lugar anual no estádio do Vizela com direito a dois bilhetes grátis para jogo com Portimonense


O FC Vizela informa que já se encontram à venda os bilhetes para o jogo frente ao Portimonense SC, referente à 20.ª jornada da II Liga, marcado para sábado, dia 31 de janeiro, às 20h30, no Estádio do Futebol Clube de Vizela.

Bombeiros sem ocorrências devido ao mau tempo

Os bombeiros de Vizela não foram solicitados para qualquer ocorrência devido ao mau tempo. Foi uma noite calma. Não foram registadas derrocadas, quedas de árvores, etc.
Entretanto, hoje de manhã, foram chamados para um acidente de viação na Estrada Nacional 105 perto da BP em Moreira de Cónegos do qual resultou um ferido leve.

Rio Vizela reage ao mau tempo


O natural: Depois de chuva insistente, o Rio Vizela mostra a sua força. As partes mais baixas, como a área do Maquias (este nome porque há muitos anos laborava ali uma azenha do moleiro Malaquias) junto à ponte romana foi das primeiras onde o rio galgou as margens. Há previsão de chuva para toda a semana pelo que o caudal ainda deverá subir mais.

27 de JANEIRO as DATAS da HISTÓRIA


1861 - Ana Amália Moreira de Sá ("Poetisa do Vizela") lança o livro "Murmurios do Vizela-Poesias". A poetisa pertencia à Casa de Sá de Santa Eulália.

Santa Eulália organiza caminhada a Santa Águeda

A Junta de Freguesia de Santa Eulália vai organizar no próximo dia 7 de Fevereiro (sábado à tarde) a habitual caminhada a Santa Águeda (em Souselas, Lousada). Contrariamente aos anos anteriores, a caminhada será realizada à tarde sendo a participação livre. 
O eulalense Bento Gonçalves, cronista, fará uma explanação sobre a tradição da iniciativa e de Santa Águeda. 
Há transporte de regresso assegurado e animação pelo Associação Família Peixoto. O lanche será partilhado.

GNR registou duas vítimas mortais e 38 feridos leves


O Comando Territorial de Braga, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Braga, na semana de 19 a 25 de janeiro, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

Rio Ave já preocupa


Aumento do caudal do Rio Ave motiva reforço das medidas de prevenção.

O Serviço Municipal de Proteção Civil de Guimarães informa que se mantém a monitorização permanente do nível do Rio Ave e dos seus afluentes, podendo ser decretada a interdição de áreas caso se revele necessário.

Ponte da Cascalheira 164 anos de história


Texto e pesquisa de António Cunha.

A Ponte da Cascalheira (considerações finais).

Fará este ano de 2026, 164 anos.

1862 – Por iniciativa do industrial Faria Guimarães, dá-se início à construção de uma ponte provisória sobre o rio Vizela. Manda vir da sua fábrica de fundição do Bolhão, dois grandes ferros, esperando contar com a participação do município de Guimarães para a construção desta ponte tão necessária, como desejada pela população de Vizela, e que iria ligar a Lameira ao Banho do Mourisco. (Segundo o jornal “O Bracarense” de 1862, esta ponte seria já uma promessa antiga do Município de Guimarães). Esta ponte garantiu o acesso mais rápido e cómodo ao Banho do Mourisco, pelo menos até ao ano de 1871, altura em que foi inaugurada a ponte D. Luís I.

Pelas pesquisas que realizei, nomeadamente nos livros de vereação da Câmara Municipal de Guimarães, não vi qualquer referência a esta obra, o que leva a concluir que, quem suportou os custos desta ponte na sua totalidade, foi o Sr. Faria Guimarães e certamente mais alguns vizelenses que pretendiam o desenvolvimento da aldeia termal. Dois anos depois, no dia 30 de maio de 1864, o município de Guimarães decide realizar arranjos no banho do Mourisco. Seriam já uns arranjos significativos. Desde a substituição da telha, como o arranjo das portas e soalhos, dava para perceber o estado de degradação em que estes banhos se encontravam. 

Jornal “O Bracarense”, nº755 - sexta feira, 29 de agosto de 1862.

(…) Lembramos ainda outra vez à camara a intervenção na construção de uma ponte provizória no rio Vizella, afim de ligar a Lameira com o banho do Mourisco. Melhoramento este de reconhecida utilidade. O ilustre deputado pelo Porto, o snr. Faria Guimarães, já tomou a iniciativa, mandando vir da sua fábrica dous grande ferros. Desejamos que s. exc.ª leve avante o plano que incetou.”

Era frequente os Vizelenses tomarem a iniciativa de realizar melhoramentos que beneficiariam a terra, como aconteceu em 1859 com a possível construção de uma outra ponte sobre o rio Vizela, no lugar do Mourisco, como nos diz o Jornal “O Vimaranense” de 15 de setembro de 1859.

“NOTICIÁRIO – PUERI LUDUNT – Disse-nos, há tempos, um dos camaristas que hia proceder-se à feituria da Ponte do Mourisco, nas Caldas de Visella, para que já estavam resolvidas todas as dificuldades. 

Louvamos n´essa ocasião a camara, não pelo que fazia, mas sim pelo que deixava fazer, porque esta obra era quasi toda feita com donativos dos povos. Um d´estes dias foi o sr. Varella áquellas Caldas com o engenheiro da Câmara, mandou tirar a planta, cortar madeira para a obra etc. Quando todos esperavam que os respectivos trabalhos principiassem em breve, sabe-se já se não faz nada porque o snr. Visconde de Pindella assim o ordena apesar de ser o contrário d´aquillo em que todos tinam assentado! Isto tem graça!Mais uma vez, o pretendido dos Vizelenses não foi concretizado. Foi preciso aguardar pela iniciativa do Sr. Faria Guimarães em 1862.

Joaquim Ribeiro de Faria Guimarães Nasceu a 13 de janeiro de 1807 em Santa Eulália (Vizela), hoje uma freguesia do concelho de Vizela mas então integrada no concelho de Lousada com a denominação de Santa Eulália de Barrosas.

Casou com D. Germana Rosa da Silva, que havia sido casada em primeiras núpcias com João José da Costa Basto, falecido poucos anos após o casamento. D. Germana tinha dois filhos desse primeiro casamento (João José e António) que, na prática, foram criados por Faria Guimarães como filhos. Joaquim Faria Guimarães e Germana da Silva viriam a ter uma filha – Maria da Glória Ribeiro de Faria Guimarães.

Era tio-avô de Armindo de Freitas Ribeiro de Faria.

Mais conhecido como Faria Guimarães, foi um importante empresário, dirigente associativo e político oitocentista do Porto, Portugal.Foi fundador da célebre Fundição do Bolhão, da Fábrica de Lanifícios de Lordelo e da Tipografia Faria Guimarães.

Foi o primeiro Presidente da Direção da Associação Industrial Portuense, hoje chamada Associação Empresarial de Portugal. Foi igualmente fundador, membro da Direção e, mais tarde, Presidente da Associação Comercial do Porto.

Enquanto político, foi Vereador e Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto, bem como Deputado às Cortes.

Em 1864, defendeu no parlamento algo que revela bem as origens vizelenses deste ilustre industrial e político. A 2 de abril desse ano argumenta na Câmara de Deputados pelo restabelecimento dos pequenos concelhos, sempre que o mesmo fosse requerido pelas populações (livro de Fernando de Faria Bravo – Dr. Armindo de Freitas Ribeiro de Faria e a luta pelo concelho de Vizela).

Faleceu a 2 de abril de 1879, na sua casa na Rua de Fernandes Tomás, nº 358, na freguesia de Santo Ildefonso, na cidade do Porto.

A ponte provisória foi efetivamente construída em 1862. No entanto, não foi colocada no local onde a conhecemos nos nossos dias, mas um pouco mais a jusante, entre o antigo açude (atual ponte da Cascalheira) e o novo, construído em 1891.

1881 – Uma foto da autoria de J. Bastos, e datada do ano de 1881, é possível ver em segundo plano, o que parecem ser dois pilares da ponte provisória da Cascalheira.

Nesta data, a ponte D. Luís já se encontrava concluída e pleno funcionamento, e o acesso ao banho do Mourisco passou a ser feito pela estrada nova (atual rua do Mourisco), a alguns metros de distância dos banhos. A ponte provisória da cascalheira, fica em segundo plano, e só serviria para moradores locais e proprietários dos terrenos.1891- Nesta data, a companhia de banhos pediu a licença, no dia 17-01-1891, á Direção Regional do Ambiente e Recursos Naturais-Norte, para substituir o açude da “Cascalheira” por outro com a mesma altura no coroamento um pouco a jusante do existente e as obras marginais para uma turbina. “… pedindo concessão de licença para substituir o açude denominado da “Cascalheira” situado no rio Vizella, freguesia de S. Miguel e S. João das Caldas, concelho de Guimarães, por outro com a mesma altura no coroamento um pouco a jusante do existente, e bem assim para construir as obras marginaes necessárias para a instalação d´uma turbina…”(Processo nº 340 da pasta nº 16/1891 – Processos 95-A a 350).
Entretanto, em conversas e em troca de opiniões com o Jorge Miranda e com o Sr. Eng. Adelino Campante,

estes sustentam, com base em documentos e em relatos de proprietários herdeiros da Quinta da Cascalheira, que a Ponte da Cascalheira teria resultado de contrapartidas da Companhia dos Banhos aquando da construção do Parque das Termas. Em 1891, a companhia de banhos inicia a construção do novo, e atual açude do parque das termas, realizando ao mesmo tempo obras marginais com objetivo de colocação de uma turbina. A ponte provisória da Cascalheira é desmantelada, e recolocada no local onde a conhecemos nos nossos dias. Para isso, a companhia de banhos aproveitou as laterais do açude demolido (e que seria o açude principal da Real Fábrica de Papel da Cascalheira), para sustentação das barras de ferro e de toda a estrutura da ponte, ficando com uso exclusivo dos proprietários de ambas as margens.

1897 – Nesta data temos as primeiras referências às “Cancelas” em ferro, colocadas em ambas as extremidades da ponte, vedando definitivamente a passagem ao grande público, ficando de uso exclusivo aos proprietários dos terrenos adjacentes. Existem vários postais da cascalheira onde são visíveis estas cancelas.

Jornal “O Commercio de Guimarães” nº 1211 – de 01 de julho de 1897.

“Vizella, 25 de junho:

Os guarda civis, que foram requisitados para aqui manterem a ordem durante a epocha balnear, são chamados para o parque para ajudarem a sustentar os caprichos a esse individuo, que achando-se por todas as formas, e até mesmo politicamente ligado a um tal Mattos, proprietário da Cascalheira, segundo se diz influi no animo d’este para que mandasse construir um muro, vedando a passagem, à margem esquerda do rio, no sitio do Porto Cavalleiro, em frente do parque e um pouco abaixo da ponte da Cascalheira, qual o mesmo Mattos mandou fechar com duas cancellas de ferro, por sugestões daquella personalidade.”

O meu agradecimento a todos aqueles que, ao longo das décadas, contribuíram para a preservação e 

requalificação desta infraestrutura tão enraizada na memória coletiva dos vizelenses. A ponte da Cascalheira é, e sempre será um símbolo da resiliência de todos os vizelenses, que ao longo dos séculos lutaram pelo progresso e desenvolvimento da nossa terra. 

2009


António Cunha 

Mau tempo vai continuar com depressão Joseph

Alerta laranja para Braga devido à chuva. Depressão Joseph sucede a Ingrid. 

Vizela joga com Portimonense e Oliveirense ao sábado

Depois de defrontar o FC Porto B, no próximo domingo pelas 11h00, seguem-se mais dois jogos já agendados pela Liga Portugal para o Futebol Clube de Vizela. 

26 JANEIRO DATAS HISTÓRIA



Diariamente a história de Vizela no Digital de Vizela. 

FC Vizela competiu no Altice Fórum Braga

O Altice Fórum Braga recebeu neste domingo, 25 de Janeiro, várias provas extra de atletismo para todos os escalões etários, em Pista Coberta.

Tagilde reconheceu anterior Presidente


António Ferreira, que presidiu à União de Freguesias Tagilde/S. Paio, foi ontem reconhecido pelo atual Executivo da Junta de Tagilde liderado por Cristina Coelho. 

DIRETO: FC Porto B-FC Vizela, 1-0. EMPATE JÁ ERA MAU


Jogo da 19ª jornada com início às 11 horas 
de hoje (domingo 25). 
Estádio Felipe Menezes em Vila Nova de Gaia. 

25 JANEIRO DATAS da HISTÓRIA

1618 - Igreja do Divino Salvador em Tagilde é o primeiro templo do Arciprestado de Guimarães a possuir Sacrário Permanente.

II LIGA: Jornada 19 - Só Torreense beneficiou

I LIGA: Jornada 19

O Casa Pia, de Álvaro Pacheco, esteve a vencer em casa por 3-0 frente ao último classificado AFS mas deixou se empatar (3-3) nos últimos momentos.

Jogos deste fim de semana

Santa Eulália (3⁰) e Taipas (2⁰) empataram (1‐1).

HOJE: Festival Reis Tagilde este sábado


Realiza-se este sábado, 24 de janeiro pelas 220h30no Salão Nobre da Junta de Tagilde mais um festival de reis. 

Atividade operacional semanal da GNR

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 16 e 22 de janeiro, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais provisórios: