Na madrugada de domingo, Portugal volta a acertar os relógios para a hora de verão. Um gesto que se repete todos os anos e que resulta de decisões políticas recentes, mas também de um legado que atravessa milénios. Mais do que uma medida de gestão energética, a forma como medimos o tempo reflete uma herança antiga que continua a ligar passado, presente e futuro.
Com esta mudança, os dias passam a ter mais luz ao final da tarde e início da noite, o que permite prolongar atividades ao ar livre e reduzir a necessidade de iluminação artificial ao fim do dia. O objetivo está ligado à melhor utilização da luz solar, uma ideia que ganhou força sobretudo no século XX, no contexto da necessidade de poupança energética.


