Carlos Brito esteve internado no hospital de Faro ecmorreu logo depois de sair na sua casa de Alcoutim.
Nasceu em Moçambique em 1933 e foi militante do PCP durante 48 anos, como funcionário, membro do Comité Central, líder parlamentar, director do jornal "Avante!" e candidato à Presidência da República.
Durante a ditadura, Carlos Brito passou dez anos na clandestinidade e oito anos na prisão. A seguir ao 25 de Abril esteve 16 anos na Assembleia da República, 15 dos quais como líder do grupo parlamentar.
Carlos Brito apoiou a criação do concelho de Vizela tal como todo o seu Partido (PCP) o único partido que assumiu do princípio ao fim, fosse em Vizela, Lisboa, Guimarães, Felgueiras ou Lousada (concelhos que perderam freguesias para Vizela), uma posição de coerência em relação à legítima aspiração do Povo de Vizela.
No dia 19 de Março de 1998, aquando a votação do concelho de Vizela, Carlos Brito não era deputado da Assembleia da República estando o PCP representado pelos deputados: António Filipe Gaião Rodrigues. António João Rodeia Machado. Bernardino José Torrão Soares. Carlos Alberto do Vale Gomes Carvalhas. João António Gonçalves do Amaral. João Cerveira Corregedor da Fonseca. Joaquim Manuel da Fonseca Matias. José Fernando Araújo Calçada. Luís Manuel da Silva Viana de Sá. Maria Luísa Raimundo Mesquita. Maria Odete dos Santos e Octávio Augusto Teixeira.
O Digital de Vizela apresenta à família de Carlos Brito votos de sentido pesar.

