Vitória do Vizela em Torres Vedras na Imprensa
Os jornais deste domingo dão enfoque à vitória do Vizela (0-3) em casa do europeu Torreense.
A imprensa destaca a eficácia vizelense e os dois golos de Antony Carter (teve outro anulado) numa noite que marcou mais uma jornada da equipa vencedora da última Taça de Portugal sem somar os três pontos.
O Vizela somou a segunda vitória em quatro jogos as duas contra dois candidatos à subida de escalão: União de Leiria e Torreense.
30 DE AGOSTO AS DATAS DA HISTÓRIA
1893 - O jornal Folha de Felgueiras noticia que nas festas que decorrem no Parque da Companhia dos Banhos foram tocadas as peças "Cruzeiro do Sul" (nome de um hotel em Vizela) e o "Hymno de Vizela" ambas compostas pelo Bispo de Beja António Xavier de Sousa Monteiro (1883-1906). Informa ainda que o mesmo Bispo também foi autor do passo dobrado "Vizella" rocado pela Philarmónica Figueiroense nas festividades de Figueiró dos Vinhos.
Faleceu Maria de Jesus de Sousa
Rua dos Moinhos, Moreira de Cónegos.
Exposição o Comboio e a Sociedade
Há viagens que começam numa estação. Outras começam numa fotografia.
É neste cruzamento entre memória, património, território e emoção que nasce “O Comboio e a Sociedade”, exposição de fotografia da autoria de Rui Vilaça, que estará patente no Centro Cultural Municipal de Vila das Aves, de 5 de setembro a 31 de outubro. A inauguração realiza-se no dia 5 de setembro, às 15h00, com entrada gratuita e aberta ao público.
Mais do que uma exposição sobre comboios, “O Comboio e a Sociedade” é uma exposição sobre pessoas.
Sobre os lugares onde chegámos e de onde partimos. Sobre estações que foram portas de entrada e de saída de comunidades inteiras. Sobre locomotivas, carruagens, paisagens e linhas que ajudaram a desenhar o território e que permanecem na memória coletiva.
Através da fotografia, Rui Vilaça propõe um olhar simultaneamente documental, sensível e nostálgico sobre o património ferroviário, recuperando imagens, ambientes e paisagens que testemunham a profunda relação entre o caminho de ferro e a vida das comunidades.
Natural de Ruílhe, Braga, o autor mantém desde cedo uma ligação à fotografia e ao património ferroviário. O seu trabalho procura transformar cada imagem num testemunho de um tempo, numa narrativa e numa memória, convidando quem visita a exposição a embarcar numa viagem pelo património ferroviário do Norte.
Porque há património que não pode ser apenas preservado — tem de ser visto, sentido e contado.
E porque, afinal, cada comboio transporta muito mais do que passageiros: transporta histórias, encontros, despedidas, sonhos e memórias.
“O COMBOIO E A SOCIEDADE”
Exposição de fotografia de Rui Vilaça
Centro Cultural Municipal de Vila das Aves
5 de setembro a 31 de outubro
Inauguração — 5 de setembro, 15h00
Entrada gratuita | Público geral
29 DE AGOSTO AS DATAS DA HISTÓRIA
1887 - António José FERREIRA CALDAS (nome de uma das ruas de Vizela) é distinguido pelos seus admiradores vimaranenses com foto na primeira página da edição única do jornal Aurora da Penha pelos melhoramentos (o jornal não diz quais) naquela montanha de Guimarães e pelos quais é tratado por HEROE (herói). O Dr. Braúlio Caldas redigiu um texto sobre a Penha para esta edição e noutra folha é publicado o seu poema que pode ser visto exposto num penedo perto do Santuário na Fonte de Santa Catarina.
Se lhe disserem que o seu carro bateu noutro tenha atenção ao alerta da GNR
GNR alerta para burlas de "falsos acidentes": esquemas lesam vítimas em mais de 72 mil euros só no primeiro semestre
Nos primeiros seis meses de 2026, as burlas por simulação de acidentes de viação causaram um prejuízo acumulado de 72 540 euros às vítimas, aproximando-se da totalidade do valor registado durante todo o ano de 2025 (77 480 euros). A Guarda Nacional Republicana (GNR) alerta a população para a crescente sofisticação deste crime, no qual os suspeitos simulam colisões inexistentes para exigir pagamentos imediatos e aceder a contas bancárias, tendo sido registado um caso em que o prejuízo individual atingiu os 15 450 euros.
VÁRIAS DENUNCIAA
Entre janeiro e junho do corrente ano, a Guarda contabilizou 30 denúncias deste fenómeno em território nacional, o que representa um aumento homólogo de 15,4% face aos 26 casos reportados em igual período do ano anterior. O distrito de Faro lidera a incidência em 2026 com 6 ocorrências, seguindo-se Lisboa, Porto, Viseu e Beja.
NOVOS MÉTODOS DE EXTORSÃO
A dimensão dos prejuízos patrimoniais revela um agravamento substancial por ocorrência, impulsionado pela utilização de novos métodos de extorsão e pelo acesso direto aos cartões e códigos bancários dos lesados, perspetivando-se que o impacto financeiro global de 2026 venha a ultrapassar largamente o do ano transato:
O esquema assenta normalmente numa encenação calculada para explorar a boa-fé e o sentimento de culpa dos condutores, desenrolando-se habitualmente segundo as seguintes fases:
SEGUEM AS VÍTIMAS
A abordagem: os autores seguem a vítima à saída de parques de estacionamento (com grande frequência junto a superfícies comerciais), utilizando sinais de luzes e avisos sonoros para forçar a paragem na via pública;
A convicção do dano: com postura cordial, segura e persuasiva, fazendo-se por vezes acompanhar por mulheres e crianças para transmitir uma falsa imagem de tranquilidade, convencem o condutor de que este embateu no seu veículo (geralmente apontando para riscos pré-existentes ou espelhos partidos);
A pressão e extorsão: alegando pressa ou necessidade de evitar a perda de bónus de seguro e a intervenção policial, exigem o pagamento imediato do valor em numerário, acompanhando os lesados até caixas de multibanco (ATM) para efetuarem levantamentos. Ou ainda, mais recentemente, os criminosos modernizaram a abordagem utilizando terminais de pagamento automático portáteis. Ao dissimularem o equipamento, observam o código PIN digitado pela vítima e trocam disfarçadamente o cartão bancário por outro similar, realizando de seguida levantamentos ilegais de quantias avultadas.
EXPLORAM GENTE VULNERÁVEL
Relativamente às vitimas, a escolha deliberada de condutores com mais de 60 anos constitui uma estratégia central dos burlões. Os suspeitos exploram a vulnerabilidade emocional, o receio de complicações legais e a menor familiaridade com métodos de pagamento eletrónico, visando um público que tipicamente detém maior disponibilidade financeira imediata.
Neste sentido, a GNR alerta para a importância de denunciar estas situações, contactando de imediato as autoridades após uma suposta situação de acidente de viação. A prevenção e a recolha rigorosa de informação no momento destas situações podem ser determinantes para evitar que uma situação aparentemente normal se transforme numa burla, por esse motivo recomenda-se:
NUNCA FAÇA ISTO
Nunca efetue pagamentos imediatos no local;
Proteja sempre os seus dados bancários;
Em situações de acidente rodoviário, fotografe sempre os veículos e o acidente;
Solicite a documentação da outra parte para efeitos de comunicação à seguradora;
Preencha sempre a participação amigável ou contacte a sua seguradora.
Perante a evolução destas práticas fraudulentas, reconhecer os sinais de perigo e agir com cautela são passos essenciais para prevenir o crime. A GNR apela a que, perante qualquer abordagem suspeita ou ocorrência de burla, os cidadãos contactem de imediato a GNR ou formalizem a denúncia no posto territorial mais próximo. GNR
ULS Braga abre primeira sala bloco operatório híbrida do norte do país
A Unidade Local de Saúde de Braga já tem em funcionamento a primeira sala de bloco operatório híbrida do norte do país, um espaço que combina as características de uma sala cirúrgica convencional com equipamentos avançados de imagiologia médica. A nova valência permite à instituição realizar procedimentos cirúrgicos de maior complexidade, reforçando a resposta assistencial da região.
A nova sala está equipada com uma mesa operatória compatível com sistemas de imagem, um angiógrafo de última geração para obtenção de imagens avançadas em tempo real, um sistema de monitorização avançada, sistemas para cirurgia convencional e procedimentos invasivos, e pendentes técnicos que permitem organizar o espaço sem a habitual dispersão de carrinhos e cabos elétricos. A sala dispõe ainda de um sistema de fluxo de ar laminar, concebido para assegurar condições de elevada limpeza do ar na zona cirúrgica.
A área está classificada como ISO 5, de acordo com a classificação internacional de salas limpas, baseada na concentração de partículas no ar. Esta classificação corresponde a um elevado nível de controlo da qualidade do ambiente e contribui para a redução da carga particulada na zona de intervenção, reforçando as condições de segurança e de controlo de infeção associadas à atividade cirúrgica. É de referir, ainda, o cumprimento dos mais altos padrões de segurança elétrica na sala, atendendo à elevada complexidade dos procedimentos que serão realizados, salvaguardando-se, também, desta forma, a segurança do doente.
“A grande vantagem desta sala é reunir, no mesmo espaço, todas as condições e funcionalidades de uma sala de bloco operatório convencional, com a capacidade de realizar imagiologia avançada durante o próprio procedimento. Esta integração permite às equipas acompanhar, em tempo real, o que está a acontecer, dispondo de informação imediata para orientar a intervenção, confirmar os resultados obtidos e, sempre que necessário, ajustar a estratégia no próprio momento. Para além de tornar o processo mais integrado e eficiente, esta tecnologia permite abordar procedimentos de maior complexidade com maior precisão e flexibilidade e, em determinados casos, optar por técnicas menos invasivas. É esta conjugação entre a capacidade cirúrgica e a imagiologia avançada, num único espaço, que torna a sala híbrida uma evolução importante face ao modelo convencional”, refere Diogo Rocha, Diretor do Serviço de Manutenção da ULS Braga.
O investimento nesta nova sala ronda os 2,4 milhões de euros, distribuído entre o valor da obra e o dos equipamentos. A sala híbrida tem uma área útil de aproximadamente 58 m2.
“Esta nova sala híbrida representa mais um passo no reforço tecnológico que a ULS Braga tem vindo a imprimir nos últimos meses, com impacto direto na melhoria dos cuidados prestados à população. É também um investimento que reflete a aposta contínua na diferenciação clínica da instituição. A partir de hoje, o norte do país fica um pouco mais capaz de garantir aos utentes do Serviço Nacional de Saúde uma resposta mais completa, segura e eficaz”, afirma Américo Afonso, Presidente do Conselho de Administração da ULS Braga.
Faleceu Lúcia Cândida da Silva Carvalho e Mota
Participação de Falecimento.
Plantel do FC Vizela conta com jogadores de 17 nacionalidades
Como é possível dialogar num balneário com tantas línguas e dialétos diferentes? Conhecedores destes meandros revelam que hoje quase todos os jogadores das equipas que proliferam em Portugal com inúmeros imigrantes falam (ou arranham) o inglês. "Depois é rematar para a frente, fazer ou evitar golos". O treinador vizelense, Ricardo Molina, é venezuelano, fala espanhol.
Pelo FC Vizela atual, as nacionalidade e número de jogadores por cada bandeira são as seguintes: Portugal (8); França (3); Bulgária (3); Espanha (2); Sérvia (2); Nigéria (2); Costa do Marfim (2); Haiti (2); Equador (1); Cabo Verde (1); Suiça (1); Angola (1); Brasil (1); Rep. Dominicana (1); Venezuela (1); Congo (1) e Austrália (1).
Na época anterior (2025/2026) o número de nacionalidades do plantel do FC Vizela foi 15.





















































